Biografia

Hora de conhecer o criador

Nightmare é um autor de ficção português que escreve vários tipos de histórias diferentes, mas não importa o género todas tem uma coisa em comum, as obras abordam vários temas pesados e tem muita ação.

O autor sempre teve interesse em criar histórias próprias e teorias sobre jogos onde a história não é muito bem contada, mas nenhuma dessas histórias e teorias foram escritas no papel, pois Nightmare não queria escrever absolutamente nada, o que o autor queria na época era outra coisa, criar jogos. Foi com isso em mente que no final do 9.º ano que Nightmare decidiu seguir o curso profissional de multimédia porque ouviu falar que o curso tinha jogos, algo que o fez mudar de ideias sobre seguir para o curso de informática, que era a ideia original dele.

O primeiro de curso foi um ano, digamos, desinteressante para o autor, ele estava à espera de fazer jogos de imediato, mas invés de jogos ele recebeu, edição de fotos, vetorização de imagens e outras coisas genéricas que já era de esperar no primeiro ano de um curso. Felizmente a história mudou no próximo ano de curso porque os jogos que Nightmare tanto esperava já chegaram, e não foi tão bom como o autor queria, mas era desenvolvimento de jogos o que ele já procurava no curso. Naquele ano foram feitos dois jogos, e o autor não gosta de nenhum deles. O primeiro jogo foi feito num site que nem ele sabe o nome, e o segundo foi no RPG Maker e nem um sistema de inimigos e progressão funcional tem. Ambos jogos devem estar perdidos num computador da escola que provavelmente já foi formatado ou até jogado fora.

As coisas ficaram realmente melhores no 12.º ano, o melhor ano do curso e o mais importante, não só Nightmare fez uma fangame da lendária franquia de jogos Doom para o seu projeto de final de ano, como ainda nesse ano, o autor começou um projeto fora da escola que iria mudar tudo, mesmo que na época parecia algo impossível, esse projeto chamava-se The Blood Nightmare. Uma obra de terror que mais tarde sofreu várias mudanças e tornou-se Meadvole’s Nightmare.

Meadvole’s Nightmare nunca viu luz do dia pelas mãos do autor, mas foi muito importante porque foi quando o Nightmare começou a escrever alguma coisa no papel, ele experimentou vários designs diferentes, fez muitos erros, aprendeu a evoluir e a expandir o mundo. Mesmo que a falta de experiência de Nightmare tenha destruído a obra pelo excesso de elementos e uma perda de rumo severa, o autor descobriu uma coisa chamada liberdade criativa.

Para criar jogos, Nightmare precisa de criar código, designs, mecânicas, mapas e outros elementos importantes, o que dificulta bastante a criação de uma história, problema esse que não existe num livro, onde o único limite é a criatividade do autor, e criatividade não tem limites.

Com a vontade de criar jogos como ocupação principal em queda livre e Meadvole’s Nightmare em mau estado, Nightmare começou a planear Call of the Universe em novembro de 2024, obra essa que recebeu o foco total pelo autor que fez uma quantidade desnecessária de biografias e documentos que ele percebeu que no final nem eram importantes para a produção. E só ao fim de alguns meses, em março de 2025 Nightmare começou a escrever o primeiro capítulo de Call of the Universe, e o resto é história.